Menina de 15 anos, iludida pelos seriados mais lindos do mundo (Gossip Girl, The Vampire Diaries, Pretty Little Liars, 90210). Adoro música. ouço de rock a sertanejo, sou bem eclética mas confesso, prefiro mais rock. Não falo inglês mas amo musica internacional, como tenho 15 anos é fato eu gostar de Justin Bieber, mas também curto Pink, Black Eyed Pears, 30 Seconds To Mars, David Guetta.. Nacional é Fresno, Strike, Gloria, Jorge e Matheus, e vaarios outros, rs. Amo filme principalmente a série Twilight, e pra constar eu virei fã antes da série virar febre, ou seja, NÃO SOU POSERS ¬¬' Não vivo sem meu celular, odeio a escola mas quero fazer medicina (contraditorio eu sei.) Me apaixono facilmente e tenho problemas de baixa auto estima, não sofro bullying (RARIDADE) e ultimamente to tentando viver feliz com meu corpo, sim isso será tipo o meu diário e eu pretendo contar minhas dificuldades aqui, auxiliar alguém que leia isso e no proximo post eu me apresento melhor :))

 

cryandbelieve:

Quer um garoto mal? Te dou jason mccann.
Quer um aluno bom? Te dou jason deeps.
Quer um rapper? Te dou o shawty mane
Quer um doutor? Te dou dr bieber. 
Quer alguém que não sabe exatamente quem ele é? Te dou derek bieber
Quer um menino que não tinha nada, cantava nas escadarias do avon theatre para conseguir dinheiro? Te dou o kidrauhl.
Quer um menino puro, com um coração enorme, que vive ajudando o mundo, que ama as suas fãs e não se cansa de falar isso e que nunca desistiu dos seus sonhos? Te dou Justin Drew Bieber.

cryandbelieve:

Quer um garoto mal? Te dou jason mccann.

Quer um aluno bom? Te dou jason deeps.

Quer um rapper? Te dou o shawty mane

Quer um doutor? Te dou dr bieber. 

Quer alguém que não sabe exatamente quem ele é? Te dou derek bieber

Quer um menino que não tinha nada, cantava nas escadarias do avon theatre para conseguir dinheiro? Te dou o kidrauhl.

Quer um menino puro, com um coração enorme, que vive ajudando o mundo, que ama as suas fãs e não se cansa de falar isso e que nunca desistiu dos seus sonhos? Te dou Justin Drew Bieber.


Viva sua vida sem se importar com as pessoas porque quando você estiver mal elas não irão cuidar de você e nunca mudarão por você.. Sua vida é preciosa pra perder com os outros.

Esteban, projeto solo do Taraves (baixista da Fresno) tará seu primeiro CD lançado em agosto.

palavrasfrias:

Fazia quase 15 dias que Rodrigo Tavares não ia para casa, em São Paulo, e o cansaço era evidente. Mesmo assim, ele estava firme e forte no espaço emprestado por Rick Bonadio no estúdio Midas para gravar o début de seu projeto solo - Esteban. Quando o Portal MTV chegou, o também baixista da Fresno coordenava atentamente a gravação da gaita, como é chamado o acordeom no sul do país, para a música ‘Canal 12’

O som não tem nada a ver com as guitarras da banda principal do artista. É um pouco de romance mesclado com piano e o sentimento de quem está viajando para fora de casa e para uma vida nova. “Tanto que a maioria desse disco foi composta no Rio de Janeiro e em Porto Alegre, porque foi um ano da minha vida que eu estava tão louco que, quando tinha intervalo da Fresno, ia pra qualquer lugar que tivesse na cabeça e que eu tivesse dinheiro, claro. Estava na busca de uma vida meio hippie, sabe? Que eu não encontrei… Acho que isso foi muito combustível também”, conta Tavares. 

A ideia toda começou com uma brincadeira, mas acabou tomando forma para “impressionar uma menina”. “Em 2007, logo depois que o Inter foi campeão mundial, eu fui me vingar do Humberto Gessinger [Engenheiros do Hawaii], porque ele tinha feito uma narração com o gol do Grêmio. Então, narrei o gol do Inter. Nem fazia muito sentido, porque a música tratava de outra coisa, mas como encaixou bem com a época, eu acabei fazendo ‘Visita’. Até que um dia eu estava em casa e comecei a tocar uns acordes de violão, cantarolar em cima, e saiu o refrão de ‘Sophia’, que só dizia o nome dela. Fiz só pra chamar a atenção da guria”, conta o músico. O resultado foi que, dois dias depois, a faixa tinha 25 mil visualizações no MySpace, o que incentivou Tavares a compor outras coisas. 

Ele ainda confessa: “gravei duas versões, uma chamada ‘Sophia’ e outra chamada ‘Guria’. As duas vão estar disponíveis, mas uma vai para o disco e a outra para download, algo assim. Ainda não sei, tenho um pouco de vergonha dessa música”. 

Não foi só essa canção que ele fez para impressionar uma garota. Quando começou a tocar ‘Vambora’, da Adriana Calcanhoto, em seus shows, a razão foi a mesma. Mesmo assim, a galera não precisa se empolgar porque ele não tem pretensão de gravar a música da cantora. 

Quem ouvir o álbum pronto, que deve ter entre 12 e 16 faixas, vai conhecer a vida do baixista da Fresno no ano de 2009 – época que ele escolheu para contar toda essa história. “Depois disso, tudo que compus eu guardei para um próximo disco. O trabalho é de um ano muito estranho na minha vida. Eu estava chegando a São Paulo e as coisas eram legais… Mas de repente vieram muitas coisas, VMB e tudo que eu imaginava que não ia conseguir na vida”, dispara. 

Ficou curioso? Então, aguarde. Depois de muita burocracia entre empresário e gravadora, o álbum deve sair em agosto, mas ainda sem uma data definida. 

Esteban x Fresno
Quando está no palco da Fresno, Tavares quer peso. Ele chama o bate-cabeça entre a galera e faz pose de rockstar. Mas quando ele vira o Esteban, o cenário fica completo com músicos sentados e um piano. “Não sei se o Esteban influencia a Fresno ou vice-versa. Eu preciso estar numa banda de rock para fazer essas outras coisas também. Faz parte da minha personalidade musical”, explica. 

Mas ele também conta que é “saudável e fácil” lidar com todos esses trabalhos, “até porque o Lucas [Silveira - vocalista da Fresno] tem uns 200 projetos paralelos”.  Mas o foco de Rodrigo Tavares é o Esteban: “sou um guitarrista de formação, então tudo que eu toquei tinha que ter guitarra sempre. E aqui não, é um lance mais que eu queria muita gaita e muito piano. E até o violão, que estava um pouco esquecido também… Sei lá, eu sou meio louco”, conta.

Mesmo assim, ele tem a consciência de que foi a banda principal que levou o Esteban a começar como começou, já que muita gente pode ter ido atrás de sua música porque Tavares era “o cara da Fresno”. “Mas nesse um ano e meio que eu venho fazendo show, e nós fizemos no Brasil inteiro, muita gente já foi pelo Esteban. Tinha gente que eu achava que era pai levando o filho e não tinha filho nenhum. Ao mesmo tempo, esse cara pode acabar ouvindo Fresno por ter gostado do meu som, com os ouvidos mais abertos e sem preconceito”, ressalta o músico. 

E para quem acha que o nome Esteban tem a ver com a nacionalidade do cantor, está bem enganado. Não! Ele não nasceu na Argentina ou no Uruguai, mas sim num lugar do Rio Grande do Sul chamado Camaquã. “Todo mundo começou a me chamar de Esteban. Nem respondo na rua, porque eu não sou. Isso veio de um cara que eu gosto muito que é o Stephen Christian, do Anberlin, e um dia fui no blog dele e estava escrito ‘Call me Esteban’. Eu pensei que era uma baita mensagem para um fã… Eu precisando de um nome e o cara me escreve ‘call me Esteban’. Achei lindo! Seria estranho Tavares, parece aquela banda de soul music dos anos 70”, brinca. 

Quem faz o quê
O Esteban apareceu pela primeira vez na TV aberta aqui mesmo, pela MTV, durante o programa ‘Tem Uma Banda na Nossa Casa’. “Eu não tinha disco, não tinha clipe, não tinha nada. E foi ali mesmo que eu vi gente que não esperava, saca?”, lembra Tavares. Dali, a coisa cresceu e, agora em estúdio, o artista conta com um time de peso para deixar o material pronto.

“O Tavares estava fazendo uma série de shows com a minha banda, que é o Acullía, e eu estava em uma época que tinha surgido um monte de convites para gravar e fazer parceria, eu estava bem perdido. Conversando, ele me chamou para ouvir todos os projetos na casa dele e disse que ia me ajudar.  Depois de ouvir tudo, ele colocou a mão no meu ombro e falou ‘quer saber, você vai tocar comigo!’”, conta o baterista Rodrigo Thurler. E o gaiteiro Paulo Goulart completa: “o convite veio pela internet. O Tavares conheceu o som regional que eu faço no Sul e acabou me chamando. Eu vim de Porto Alegre só para gravar este disco e é um prazer inserir a gaita no cenário do rock”.

Mesmo gravando parte das baterias, baixo, guitarra, violão, piano, piano elétrico e cantando, Tavares contou ainda com Mario Camelo para gravar os Hammonds e a atriz Carolinie Figueiredo na parceria de uma das faixas. “Como ela está grávida, não sei se consegue vir a São Paulo para gravar a parte dela, mas a música vai estar no disco”, explica o cantor, que conta ainda com o engenheiro de som e produtor Giu Daga, do Midas, e com a mixagem de Lampadinha.